Archive | dezembro 2001

Véspera de Ano Novo, época das tradições para um grupo de amigos que se conhecem desde pequenos. Encontro, bebedeira (leve, mas bebedeira, sim), tequila. Tequila! É um ritual, sempre acontece no revéillon. Quase nunca bebo (é sério), mas abro exceções quando estou com esses caras e essas minas: Cássio, Gordo, Rafael, Ícaro e Ulysses (manos de sangue), Lico, Érica, Elaine, sempre acompanhados de uma parcela da família, como a tia Edna (mãe das três meninas) e a mãe e os tios do Cássio.
A gente sempre leva um pessoal junto. Às vezes, uma prima (a Kelly), outras vezes outros amigos.
O que leva a gente a se reunir não é a bebida ou a comida, graças a Deus. É esse sentimento forte de amizade, incondicional e compreensiva, que só verdadeiros amigos sentem. É muito bacana, sentir isso.

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Brother Cássio mal estreou o próprio blog e já está tocando a todo vapor. O cara tem coisas legais para dizer, vale a pena reservar um tempinho sempre que possível para ler o Amarradão na Torre.
Só para ilustrar, concordo quando ele diz que Sílvio Santos é o homem do ano. Por mais popularesco, apelativo e sem criatividade que seja o SBT, ele conseguiu um feito: bater a Globo. Pensando bem, o fato de a emissora do Sílvio ter todos aqueles adjetivos nada invejáveis torna o feito muito, muito maior. Poder nem sempre é tudo.

Batizado: vai se chamar Meu Barraco mesmo.



Em memória à cantora Cássia Eller.

))) Leitura

Estou terminando de ler A Mesa Voadora, terceiro livro da série Luis Fernando Verissimo, uma reedição de alguns títulos da obra do escritor.
Como os dois anteriores, é genial. Todos os textos tratam de comida de alguma forma. Nem que seja sobre meleca e unha – que não são comida em circuntâncias normais, como você, leitor, deve ter pensado, mas que se tornam isso quando se trata de um desafio entre dois meninos sobre quem já comeu a coisa mais nojenta.
Leitura aconselhada para quem gosta de dar boas risadas no metrô, a caminho do trabalho, ou deseja ter uma vontade salivante de comer arroz com omelete de gema mole. Leia para entender.



Uma singela homenagem àquela que é, para mim, a mulher do milênio.
É o meu presente de Ano Novo para os blogueiros e internautas.
Valeu, Scheila Carvalho!

http://www2.uol.com.br/veja/261201/vejaessa.html
”Estamos revoltados com essa relação da imagem do palhaço com a do Congresso. É como se palhaço fosse ladrão.”
José Wilson Leite, presidente da Associação Brasileira de Circo, inventando uma improvável confusão entre políticos e palhaços, em manifestação diante do Congresso